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CBA e UFRR estudam parceria para utilização de equipamentos

Representantes da SUFRAMA e da instituição de ensino discutiram a viabilidade de assinar um Protocolo de Cooperação.
publicado: 05/04/2013 10h08 última modificação: 07/03/2016 15h04

A Universidade Federal de Roraima (UFRR) e o Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA) estudam a assinatura de um Protocolo de Cooperação para que a instituição de ensino utilize equipamentos do centro de pesquisa em diversos projetos acadêmicos. Na tarde desta quarta-feira (3), o superintendente adjunto de planejamento e desenvolvimento regional da SUFRAMA, José Nagib Lima, recebeu, na sede do CBA, a reitora da UFRR, Gioconda Martínez, e membros do corpo técnico da universidade, para discutir a viabilidade da parceria.

A ideia da parceria é que equipamentos de ponta existentes no Centro de Biotecnologia estejam disponíveis para a utilização por parte de estudantes e pesquisadores da UFRR. Essa parceria poderia viabilizar o avanço de projetos existentes na universidade, principalmente nas áreas de química, física, biotecnologia e zootecnia. Como contrapartida, a UFRR poderia contribuir com a manutenção dos equipamentos e com os custos de material do próprio CBA.

Os termos do acordo, no entanto, ainda serão estudados pelas duas instituições. “Vamos consultar os setores jurídicos da SUFRAMA, que ainda é responsável pelo CBA, e da UFRR, para verificar a viabilidade legal desta parceria. A ideia é que assinemos um memorando de entendimento, respeitando a legislação que prevê este tipo de acordo. Esperamos concluir este processo em breve, para que as duas instituições possam colher os frutos desta parceria”, avaliou Nagib.

Para Gioconda Martínez, o acordo representará um avanço significativo no andamento dos projetos da universidade. Segundo ela, o CBA possui equipamentos de alto custo, que não poderiam ser comprados pela UFRR. “Alguns equipamentos são utilizados esporadicamente, e por isso não vale o alto investimento. Essa parceria com o CBA garante avanços em pesquisas que hoje são mantidas pela universidade”, comentou.

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