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Diversidade de serviços públicos será ofertada pelos Correios no AM

Balcão do Cidadão permitirá, dentre outros, a emissão de documentos, cadastro de beneficiários de programas sociais e solicitação de seguro DPVAT em todas as agências do Estado, o que facilita o acesso da sociedade tendo em vista a capilaridade da instituição no Amazonas.
por Márcio Gallo publicado: 13/06/2019 15h26 última modificação: 13/06/2019 16h34

Os Correios realizaram, nesta quinta-feira (13), o lançamento estadual do Balcão do Cidadão no Amazonas, iniciativa que prevê, dentre outros, a emissão de documentos, cadastro de beneficiários de programas sociais e solicitação de seguro DPVAT em todas as agências do Estado, o que facilita o acesso da sociedade tendo em vista a capilaridade da instituição no Amazonas.

O anúncio foi feito durante evento ocorrido na agência dos Correios da Praça do Congresso, no centro de Manaus, e contou com a presença do titular da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), Alfredo Menezes, do presidente nacional dos Correios, general Juarez Cunha, da superintendente estadual dos Correios, Antonia de Oliveira, do governador do Amazonas, Wilson Lima, dentre outras autoridades.

Para oficializar o lançamento do Balcão do Cidadão no Amazonas, foi assinado um protocolo de intenções entre os Correios e o governo do Estado. Na ocasião, foi lançada, também, a folha de selo especial da série Mercosul - Diversidade de Fungos, composta por seis selos. O presidente nacional dos Correios também anunciou que o Amazonas passa a ter a cobertura da operadora de telefonia móvel Correios Celular, cuja atuação já ocorre em 25 Estados brasileiros.

"Tenho certeza que para os Correios esse é um momento histórico, porque estamos dando os primeiros passos no reforço à condição da instituição como órgão de inclusão social e de integração nacional", reforçou o general Cunha.

O superintendente da Suframa afirmou que a iniciativa dos Correios permite que outros órgãos públicos possam prestar um serviço de qualidade, ainda que não tenham representações físicas próprias nas distantes localidades do Amazonas. "Sabemos o tamanho continental do Estado e como pode ser difícil o acesso a determinadas regiões. E os Correios têm essa capilaridade que ajuda a vencer as barreiras logísticas. Com certeza quem sai ganhando é a sociedade", disse.

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