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Eficiência do modelo ZFM viabiliza investimentos

Ao completar 44 anos, modelo se firma como fonte de atração de investimentos, fomentador da inovação, da interiorização dos investimentos, propagador da inserção internacional competitiva das empresas e dos produtos do Polo Industrial de Manaus e formulador de parcerias regionais, nacionais e internacionais.
publicado: 01/03/2011 00h00 última modificação: 25/04/2016 15h56

Os 44 anos da Zona Franca de Manaus, comemorados na última segunda-feira, 28, marcam uma era de recordes e superações, confirmando a eficiência do modelo como fonte de atração de investimentos, fomentador da inovação, da interiorização dos investimentos por meio dos recursos captados pela Taxa de Serviços Administrativos (TSAs) da autarquia, propagador da inserção internacional competitiva das empresas e dos produtos do Polo Industrial de Manaus (PIM) e formulador de parcerias regionais, nacionais e internacionais.

Nesse período, a atuação da SUFRAMA contribuiu para a consolidação de um parque fabril efetivamente substituidor das importações, à medida que as empresas instaladas no PIM cumprem um Processo Produtivo Básico (PPB), com etapas obrigatórias de industrialização, agregando empregos e adensando a cadeia produtiva. Esse fato pode ser observado na produção da riqueza de US$ 35 bilhões, no ano passado, superando o recorde anterior de US$ 30 bilhões de 2008, podendo chegar a US$ 41 bilhões em 2011, além dos 108 mil empregos diretos e quase meio milhão de postos indiretos das cerca de 550 empresas instaladas no PIM.

Ancorada nos resultados do passado e do presente, a SUFRAMA está atenta aos novos cenários que se apresentam no desafio que é gerar o desenvolvimento socioeconômico, ambiental e sustentável na região. Para isso, já revisou seu plano estratégico baseado nos seguintes tópicos: Potencializar o Polo Industrial de Manaus; Incrementar as atividades agropecuárias, florestais e agroindustriais; Fortalecer as atividades de serviços e do comércio de mercadorias; Ampliar as exportações e substituir competitivamente as importações; Atrair investidores nacionais e estrangeiros e apoiar o empreendedorismo local; Estimular os investimentos e fortalecer a formação de capital intelectual e em cultura, ciência, tecnologia e inovação pelos setores públicos e privado; e Identificar e estimular investimentos em infraestrutura pelos setores público e privado.