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Ministério discute encaminhamentos da OTCA com a SUFRAMA

Uma das propostas avaliadas pela OTCA é a possibilidade de um encontro, em Manaus, para a discussão entre especialistas sobre o desenvolvimento social.
publicado: 01/02/2012 00h00 última modificação: 28/03/2016 16h43

Em visita ao superintendente da Zona Franca de Manaus, Thomaz Afonso Nogueira, nesta terça-feira, 31, o diretor do Departamento da América do Sul II, do Ministério das Relações Exteriores (MRE), ministro Clemente Baena Soares, apresentou um panorama dos encaminhamentos dos compromissos assumidos pelos países membros da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA).

Os compromissos são fruto da última reunião dos Chanceleres dos respectivos países (Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela) realizada em 22 de novembro de 2011, em Manaus. Por iniciativa do governo brasileiro, algumas ações têm forte direcionamento no desenvolvimento social dos países amazônicos. No entendimento do ministro Baena, a Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) tem um importante papel de articulação entre as instituições de pesquisa da região para que esse direcionamento seja contemplado.

Uma das propostas avaliadas pela OTCA é a possibilidade de um encontro, em Manaus, para a discussão entre especialistas sobre o desenvolvimento social. Na oportunidade, adiantou o ministro Baena, haveria uma troca de experiências entre os países amazônicos sobre políticas de inclusão social como o programa brasileiro do Bolsa Floresta. Outra iniciativa é a proposta de implementar um “Observatório Amazônico” que reuniria acadêmicos e cientistas da área de biodiversidade dos países membros, para avaliação de pesquisas relevantes na região que subsidiariam políticas públicas em comum. Nesse contexto, segundo Baena, as instituições de pesquisa da região, entre elas o Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA), poderiam contribuir para a formação do “Observatório”.

O superintendente Thomaz Nogueira recebeu com bastante entusiasmo as propostas da OTCA pelo benefício que podem trazer para o desenvolvimento dos países membros, alguns com uma significativa agenda econômica com a Zona Franca de Manaus, e outros que representam potenciais mercados para os produtos do Polo Industrial de Manaus (PIM).