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SUFRAMA, Abraciclo e empresas buscam formatar plano de competitividade para o Polo de Duas Rodas da ZFM

As empresas do Polo de Duas Rodas da Zona Franca de Manaus têm até esta sexta-feira (8) para encaminhar sugestões que visam a aumentar a competitividade do segmento.
por Diego Queiroz publicado: 07/03/2013 17h03 última modificação: 07/03/2016 17h03

As empresas do Polo de Duas Rodas da Zona Franca de Manaus têm até esta sexta-feira (8) para encaminhar sugestões ao conjunto de medidas apresentadas pela Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), em parceria com a Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA), que visam a aumentar a competitividade do segmento.

O envio das sugestões foi acordado durante a última reunião sobre o Processo Produtivo Básico (PPB) de motocicletas, realizada no auditório da SUFRAMA, em fevereiro. A partir do posicionamento das empresas, a autarquia e a Abraciclo concluirão um documento que será enviado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e que norteará os trabalhos do Fórum de Competitividade do Polo de Duas Rodas, seguindo, assim, diretrizes do Plano Brasil Maior do Governo Federal.

Segundo o superintendente adjunto de Projetos da SUFRAMA, Gustavo Igrejas, as medidas de estímulo à competitividade do segmento são extremamente necessárias levando-se em consideração principalmente o contexto de recuperação do setor e o adensamento da cadeia produtiva que deverá ser promovido pela vigência de um novo PPB a partir do próximo ano. “Ao mesmo tempo em que estamos discutindo a verticalização da produção com maior utilização de insumos, partes e peças regionais no processo produtivo, gerando assim mais empregos, também estamos preocupados em possibilitar maior competitividade em toda a cadeia produtiva a partir de soluções pontuais e muito necessárias”, disse Igrejas.

Entre as medidas já identificadas pela Abraciclo e pela SUFRAMA, estão ações como a redução de custos de matéria-prima nacional, mão de obra e insumos básicos, a qualificação de trabalhadores, a diminuição de entraves burocráticos, a revisão de marcos legais e desonerações da carga tributária, entre outras. Outra ação prevista é a constituição de um grupo de trabalho com a participação de representantes de órgãos governamentais, entidades de classe e indústria para que, em seis meses, seja elaborado um plano amplo para conseguir dar efetividade às soluções identificadas. “Possivelmente no dia 19 de março faremos uma nova rodada de discussões com o segmento e daremos continuidade à formatação desse plano de competitividade”, afirmou Gustavo Igrejas.