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Suframa acompanha estudos sobre abertura comercial

Superintendente da Zona Franca de Manaus esteve na Secretaria de Comércio Exterior, em Brasília, para discutir melhorias no ambiente produtivo nacional e garantir maior competitividade da indústria brasileira em relação aos demais países
publicado: 19/06/2019 12h46 última modificação: 19/06/2019 16h08

A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e a Secretaria Especial de Comércio Exterior e Assuntos Internacionais (Secint) do Ministério da Economia se reuniram nesta terça-feira (18), em Brasília, para discutir a abertura comercial e a inserção internacional de produtos fabricados no polo industrial de Manaus. O superintendente da Suframa, Alfredo Menezes, levou ao secretário de Comércio Exterior, Marcos Troyjo, sugestões e esclarecimentos sobre a Zona Franca de Manaus (ZFM) e apresentou ideias de como a inclusão do País nas cadeias globais pode ser realizada sem que haja prejuízos aos investimentos e empregos gerados no modelo de desenvolvimento.

A melhoria do ambiente produtivo nacional, para propiciar maior competitividade às indústrias instaladas no Brasil e garantir isonomia de condições fabris em relação aos demais países, foi o tema principal do encontro. A abertura comercial é pauta do governo federal e estudos neste sentido estão sendo realizados pelas equipes técnicas do Ministério da Economia com apoio da Suframa - que tem levado informações visando subsidiar as tomadas de decisões. 

Além de Menezes e Troyjo, estiveram no encontro o presidente da Eletros (associação que reúne fabricantes de eletroeletrônicos/eletrodomésticos), Jorge Nascimento Júnior; o vice-presidente da linha branca da Eletros, Toshio Murakami; o diretor da Whirlpool, Eduardo Vasconcelos; o vice-presidente da Abraciclo (associação que reúne fabricantes de duas rodas), Roberto Moreno; e o diretor de relações governamentais da Abraciclo, Tiago Mello.

Responsabilidade
Os segmentos eletroeletrônico/eletrodoméstico e de duas rodas estão hoje entre os mais fortes da Zona Franca e os representantes destas áreas avaliam as consequências da abertura comercial para a indústria brasileira. "A abertura comercial do País vai ocorrer de forma responsável, dialogada com a sociedade e concatenada com a melhoria da competitividade das indústrias nacionais. Os estudos que estão sendo realizados contemplam isso e viemos ao secretário Marcos Troyjo ratificar a construção dos melhores caminhos para a indústria brasileira no âmbito do comércio exterior", disse o presidente da Eletros.

Como resultado, foram marcados outros encontros entre a Suframa, Secretaria de Comércio Exterior e entidades de classe, para a apresentação de sugestões de inserção comercial dos produtos brasileiros nos mercados internacionais (exportação), bem como de providências para aumentar a competitividade da indústria nacional.

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