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SUFRAMA e Abio discutem proposta de gestão do CBA

Durante reunião, foram informados detalhes do projeto estruturante de gestão, que tem como metas precípuas tornar o CBA um órgão de excelência da biotecnologia na região e fomentar um ecossistema de Pesquisa, Desenvolvimento, Inovação e Educação que tenha protagonismo no Produto Interno Bruto da Amazônia Ocidental.
por Diego Queiroz publicado: 25/03/2019 13h42 última modificação: 25/03/2019 14h53

A proposta da Aliança para a Bioeconomia da Amazônia (ABio) voltada à gestão do Centro de Biotecnologia da Amazônia (CBA) foi o foco de reunião realizada entre representantes da instituição e o superintendente da SUFRAMA, Alfredo Menezes, na última sexta-feira (25), na sala de reuniões do gabinete da autarquia.


A Abio é composta por um conjunto de instituições voltadas à bioeconomia no Estado do Amazonas, entre elas Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Universidade do Estado do Amazonas (UEA), Fundação Amazonas Sustentável (FAS), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa) e Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônia (Idesam). A instituição foi habilitada em primeiro lugar, em novembro do ano passado, no processo seletivo lançado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) com o objetivo de selecionar Organização Social (OS) brasileira que seria responsável pela administração do Centro.


Na audiência realizada com o superintendente Alfredo Menezes, os representantes da Abio informaram detalhes do projeto estruturante de gestão, que tem como metas precípuas tornar o CBA um órgão de excelência da biotecnologia na região e fomentar um ecossistema de Pesquisa, Desenvolvimento, Inovação e Educação (PDI&E) que tenha protagonismo no Produto Interno Bruto (PIB) da Amazônia Ocidental.


Outros aspectos discutidos foram o orçamento previsto – inicialmente estipulado em R$ 11,5 milhões anualmente – para as atividades a serem desempenhadas nos próximos cinco anos, os resultados esperados a médio e longo prazo e as estratégias de solução para os diversos desafios verificados tanto no âmbito específico do CBA quanto de uma maneira macro no ambiente de P,D,I&E na Amazônia. O projeto prevê, ainda, a criação de estruturas como o Observatório em Bioeconomia e a Plataforma Web em Bioeconomia, que servirão como instrumentos de auxílio à elaboração e ao aprimoramento de políticas públicas.


Ao final da reunião, o superintendente Alfredo Menezes se disse impressionado com as informações passadas acerca do projeto de gestão do CBA e com a vasta qualidade do rol de instituições que estão comprometidas com o tema. Ele informou também que irá buscar aproveitar a condição da SUFRAMA de membro do Conselho de Administração da Abio para contribuir de forma ativa para o pleno funcionamento do Centro. “Devido ao pouco tempo no cargo de superintendente e à agenda bastante volumosa até então, não havia tido tempo ainda suficiente para estudar com profundidade o tema CBA. Essa reunião foi muito oportuna porque agora tenho uma visão muito mais detalhada sobre todo o processo. Estamos dispostos a contribuir da melhor forma que formos designados, pois o CBA é um órgão estratégico para a economia e para o desenvolvimento da nossa região”, disse Menezes.

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