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SUFRAMA explica andamento das obras no Distrito Industrial

Ação teve de ter intensidade reduzida em razão da necessidade de avaliar questionamentos suscitados por órgãos de Controle.
publicado: 22/11/2013 18h36 última modificação: 16/02/2016 17h37

O superintendente da SUFRAMA, Thomaz Nogueira, reuniu com a imprensa para falar sobre a revitalização das vias do Distrito Industrial de Manaus. Ele esclareceu que as obras estão em pleno andamento, mas tiveram um período de redução em razão da necessidade de avaliar questionamentos suscitados por órgãos de Controle.

Em maio, a Controladoria-Geral da União (CGU) solicitou uma série de informações sobre o convênio, durante realização de auditoria de rotina no órgão federal. “Já vivenciamos, no passado, problemas semelhantes, então decidimos ser cautelosos e realizar uma ampla reavaliação jurídica e técnica do convênio. Como diria minha tia, prudência e caldo de galinha não fazem mal a ninguém”, disse o superintendente, durante entrevista coletiva concedida na tarde desta sexta-feira, na sede da SUFRAMA. Ao final do “pente fino”, a única alteração no contrato foi um ajuste da contrapartida estadual. “Tinha plena confiança na equipe e no projeto apresentado, mas não queria que pairasse qualquer dúvida. No final, foi o que ocorreu. Nada de errado foi encontrado”, completou.

O convênio prevê um repasse de cerca de R$ 94 milhões pela SUFRAMA, sendo o restante contrapartida do governo estadual. O primeiro repasse, no valor de R$ 13 milhões, foi creditado no último dia 12 de novembro. “Até então, apesar da obra já estar em andamento, com algumas vias, como a Balata, inclusive concluídas, nenhum centavo foi repassado. A Seinfra tem sido exemplar na execução e entendeu nosso cuidado de checar com ‘pente fino’ planos e contratos, para não deixar qualquer dúvida”, explicou Nogueira

Questionado sobre eventuais atrasos na obra, Nogueira ressaltou que o prazo legal para conclusão dos trabalhos é 29 de outubro de 2015. “Este prazo permite que usemos dois verões para terminar tudo. Não há atraso, mas, certamente, haverá momentos em que o serviço será mais lento. O prazo contratual é 720 dias, mas o desejo, tanto nosso, quanto da Seinfra, é que tudo esteja resolvido até o final do ano que vem”, disse.

Responsabilidade
Thomaz Nogueira foi perguntado pelos jornalistas sobre a obrigação da SUFRAMA em relação às vias e fez questão de ressaltar que à autarquia não é a responsável primária pela manutenção do Distrito. “É bom deixar claro que o Distrito não é diferente de qualquer outra área de Manaus. Ele não é um condomínio fechado e a responsabilidade sobre a sua manutenção é da Prefeitura de Manaus. No entanto, reconhecendo o esforço que o Executivo Municipal tem feito na recuperação das vias da cidade, resolvemos colaborar, buscando recursos federais para o Distrito”, disse.

A autorização da Prefeitura, para que SUFRAMA e governo do Amazonas pudessem tirar o convênio do papel, foi publicada no Diário Oficial do Município do dia 3 de janeiro deste ano.