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SUFRAMA visita Super Terminais

Superintendente Appio Tolentino e equipe técnica da autarquia conheceram a estrutura de 115 mil metros quadrados do porto, que opera cargas conteinerizadas, cargas de projetos e cargas soltas, nacionais ou internacionais
por publicado: 16/10/2017 13h34 última modificação: 16/10/2017 13h34

O superintendente da SUFRAMA, Appio Tolentino, acompanhado do superintendente adjunto de Projetos, José Lopo, e de equipe técnica da autarquia visitou na quarta-feira (11) as instalações do porto Super Terminais, localizado no bairro Colônia Oliveira Machado, zona Leste de Manaus.

O presidente da Super Terminais, Franco Di Gregório, e o gerente geral da empresa, Bruno de Boer Waskow, recepcionaram a equipe da SUFRAMA, apresentando toda a área de 115 mil metros quadrados do porto, que conta com escritórios, armazéns e vários equipamentos próprios para a movimentação de cargas.

O Super Terminais opera cargas conteinerizadas, cargas de projetos e cargas soltas, nacionais ou internacionais. O porto tem capacidade estática para quinze mil TEUS e opera 24 horas por dia, com aproximadamente 600 funcionários. De acordo com Di Gregório, atualmente a empresa conta com a melhor produtividade de embarque e desembarque da região Norte do País, tendo em média 35 mph (movimentos por hora) e um cais flutuante capaz de se adaptar a mais de 20 metros de variação do Rio Negro.

Entre os assuntos abordados durante a visita, estiveram as rotas logísticas alternativas pelo Pacífico, como é o caso do porto de Manta, no Equador, e também a possibilidade de rota pelo Peru, na qual a SUFRAMA irá compor uma missão ainda este mês para avaliar a viabilidade técnica, bem como participar de um encontro empresarial.

O superintendente Appio Tolentino também destacou a atuação da SUFRAMA para a retomada de investimentos no Polo Industrial de Manaus (PIM) e, consequentemente, o aumento no fluxo portuário. “Entendo que precisamos de novos pilares de desenvolvimento econômico, trabalhando a exportação, criando produtos agroindustriais, fazendo uma análise da balança comercial onde possamos identificar quais são os componentes que o Brasil importa da indústria de Quatro Rodas e criar um programa firme de atração de investimentos dessas empresas para a região. Também precisamos dialogar mais com os nossos vizinhos da América do Sul para criar uma agenda de compra e venda de produtos. Creio que este é o caminho para a retomada do crescimento”, observou.

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