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Sustentabilidade em pauta durante reunião entre SUFRAMA e FAS

Durante o encontro, foram discutidas propostas para ampliar a participação da SUFRAMA nos projetos realizados pela Fundação Amazonas Sustentável.
por Márcio Gallo publicado: 11/05/2016 16h43 última modificação: 11/05/2016 17h49

A titular da Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA), Rebecca Garcia, recebeu nesta quarta-feira (11), em seu gabinete, o superintendente geral da Fundação Amazonas Sustentável (FAS), Virgílio Viana, e o novo presidente do Conselho da Fundação, Benjamin Sicsú. A visita de cortesia teve por objetivo formalizar o ingresso de Rebecca no quadro de conselheiros da FAS, tendo em vista sua posição de gestora na SUFRAMA e a atuação da autarquia em questões correlatas à sustentabilidade na região e, especialmente, no Amazonas.

Durante o encontro, foram discutidas propostas para ampliar a participação da SUFRAMA nos projetos realizados pela Fundação Amazonas Sustentável, ressaltando o caráter sustentável do trabalho realizado pela autarquia e fortalecendo ações que podem beneficiar milhares de pessoas, principalmente em municípios do interior do Amazonas.

A conversa também foi centralizada na busca por iniciativas que incentivem a expansão da fabricação e comercialização de produtos que utilizam matéria prima regional, como artesanatos e biojoias. “O potencial desse tipo de produto é enorme. O mercado europeu, por exemplo, está sempre atento a produtos que possuam matéria prima amazônica, como o couro de pirarucu, muito utilizado na fabricação de calçados que são muito procurados na Itália e outros países. E o artesanato local tem grande apelo em feiras especializadas”, destacou Rebecca Garcia.

Os representantes da FAS também comentaram sobre ações que a instituição vem tomando para incentivar o turismo comunitário nos municípios interioranos, o que já permitiu a construção de pousadas e restaurantes para atender a turistas que querem conhecer o artesanato amazônico e a cultura dos ribeirinhos do Estado. “São investimentos que atraem outros investimentos, e que permitem levar desenvolvimento socioeconômico a comunidades nas quais estamos inseridos”, comentou Sicsú.