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Última reunião do CAS em 2016 terá pauta com US$ 145 milhões em novos investimentos

A reunião tem a presença confirmada do ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Pereira, que irá presidir o evento.
publicado: 05/12/2016 16h10 última modificação: 05/12/2016 18h59

O Conselho de Administração da SUFRAMA (CAS) realiza nesta terça-feira (6), às 10h, no auditório da autarquia, sua 277ª Reunião Ordinária – e o último encontro oficial de 2016 – para analisar uma pauta com investimentos totais de mais de meio bilhão de reais (US$ 145.7 milhões) e geração de, pelo menos, 398 empregos ao longo dos próximos três anos no Polo Industrial de Manaus (PIM). A pauta contem 26 projetos, sendo sete de implantação e 19 de ampliação, atualização ou diversificação.

A reunião tem a presença confirmada do ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), Marcos Pereira, que irá presidir o evento, e também da superintendente da SUFRAMA, Rebecca Garcia, dos conselheiros representantes dos vários ministérios integrantes do CAS, de agentes políticos e de representantes de entidades de classe e da sociedade civil.

O CAS encerra 2016 com balanço positivo de projetos, investimentos e estimativas de geração de mão de obra, o que foi possível, sobretudo, graças à retomada na regularidade no calendário de reuniões do Conselho ocorrida durante as gestões da superintendente da SUFRAMA, Rebecca Garcia, e do ministro do MDIC, Marcos Pereira. Com a realização do encontro desta terça-feira, o CAS chega a seis reuniões ordinárias neste ano, contabilizando a aprovação de mais de US$ 2.5 bilhões em investimentos totais acumulados e a previsão de geração de 3.295 empregos diretos nos primeiros três anos de implantação dos projetos chancelados. “Batemos o recorde de investimentos totais aprovados em nossa última reunião, ultrapassando a marca de um bilhão de dólares. Na reunião desta terça-feira, com pouco mais de 30 dias de intervalo para a anterior, contar com mais sete projetos de implantação na pauta é um fato positivo que devemos ressaltar”, disse a superintendente Rebecca Garcia.

Destaques
Entre os projetos de implantação previstos estão dois para a produção de câmeras voltadas para circuitos fechados de TV, mostrando um incremento neste segmento. Apesar da crise, dados da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança apontam que o setor cresce, em média, 15% a cada ano. A empresa Vision Ltda, por exemplo, deve investir US$ 17.5 milhões e contratar 186 pessoas para produzir câmeras, gravadores e sistemas de acesso remoto no PIM. Outra que aposta no setor é a Werk, com investimento de US$ 13.6 milhões para fabricar produtos como câmera para circuito fechado e gravadores/reprodutores de sinais de áudio e vídeo, com geração de 68 empregos.

Já entre as empresas que pretendem diversificar a atividade no PIM, a Flextronics espera investir US$ 3.7 milhões na produção de cafeteiras elétricas de cápsulas. Cada vez mais populares no mercado, essas cafeteiras podem ser produzidas em Manaus desde o final de julho, quando foi aprovado o seu Processo Produtivo Básico (PPB). A Flextronics prevê o aproveitamento de 175 trabalhadores em sua unidade no PIM para entrar neste novo segmento.

A fabricação de receptores de sinal de televisão (via transmissão local terrestre) no PIM deverá ser reforçada com os projetos de diversificação das empresas Intelbrás S/A Indústria de Telecomunicação Eletrônica, no valor de aproximadamente US$ 11 milhões, e Evadin Indústrias Amazônia S.A., no valor de US$ 11.3 milhões. O projeto da Evadin também contempla a intenção de produzir moduladores e demoduladores para comunicação de dados via rede telefônica.

Na última reunião de 2016, também merecem destaque dois projetos relativos a setores que apostam na recuperação da economia a partir de 2017: linha branca e relógios. A Britânia Componentes apresentou projeto para produzir cavidades de metal para forno de micro-ondas, o que significará investimento de US$ 2.3 milhões. E a empresa MG Gold tem na pauta um projeto para produção de relógio de pulso, com aproximadamente US$ 6 milhões em investimentos totais.