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Zonas Francas de Manaus e Iquique firmam acordo

A partir de agora, Chile poderá importar de Manaus produtos industrializados com tecnologia de ponta como televisores, reprodutores de DVD e CD, acessórios para fotocopiadoras, lentes óticas, material para fotografia, motocicletas e telefones celulares, inclusive aqueles com tecnologia para difusão de televisão digital ao vivo.
publicado: 25/05/2009 00h00 última modificação: 01/07/2016 17h41

A assinatura de acordo entre a Zona Franca de Manaus e a de ZOFRI ocorreu no final do seminário Zonas Francas Chile – Brasil: Oportunidades de Negócios, realizado em Snatiago, Chile, nesta segunda-feira, 15, quando o Superintendente Adjunto de Planejamento da SUFRAMA, Elilde Menezes, e o Presidente da Zona Franca de Iquique, Felipe Pérez Walker, formalizaram o acordo de cooperação técnica bilateral. Mediante a entrada em vigência dos Protocolos Adicionais 49 e 51 do Acordo de Cooperação Econômica (ACE-35), praticamente toda a totalidade dos produtos originários de ambos polos industriais - antes excluídos do livre comèrcio estabelecido no ACE-35 – poderão ser importados com zero por cento de imposto, tornando os preços mais competitivos. A partir de agora, Chile poderá importar de Manaus produtos industrializados com tecnologia de ponta como televisores, reprodutores de DVD e CD, acessórios para fotocopiadoras, lentes óticas, material para fotografia, motocicletas e telefones celulares, inclusive aqueles com tecnologia para difusão de televisão digital ao vivo.

A modificação do ACE-35 também oferece novas oportunidade de integração das zonas francas de Iquique, Arica e Punta Arenas com a economia brasileira, incentivando projetos comuns de comércio e investimento. Graças ao acordo firmado entre ZOFRI e SUFRAMA será possível identificar oportunidades para a promoção de alianças estratégicas de ambas regiões, que envolvam associações diversas, transferência de tecnologia, investigação e desenvolvimento. O acordo cumpre um dos principais objetivos do ACE-35, que é o de estabelecer um espaço econômico ampliado e a livre circulação de bens e serviços na região, através da interconexão física e dos corredores bioceânicos, fortalecendo assim a integração regional.

Para Elilde Menezes, "a partir de agora temos um instrumento que dá cobertura às nossas relações e vamos intensificar as conversas, a fim de ir eliminando gradualmente esses entraves e as dificuldades, e as nossas experiências serão trocadas tanto deles em relação ao comercio, que é muito intensa, quanto as nossas experiências em relação à indústria, que è onde reside a nossa maior vantagem." Felipe Perez, também considera a assinatura do acordo muito importante, um primeiro passo para um processo de aproximação e início de uma relação comercial mais profunda.

 

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